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sexta-feira, 1 de maio de 2015
Prestação de contas da Campanha da Fraternidade 2015
Prestação de contas da Paróquia Nossa Senhora de Fátima da Campanha da Fraternidade 2015.
Coletas na Igreja Matriz
Envelopes - R$ 768,90
Coletas (Domingo de Ramos) - R$ 1.183,45
Ruas e Avenidas da matriz paroquial.
Grupo das ruas - R$ 1.396,10
Coleta nas Comunidades
Nossa Senhora das Dores - R$ 285,85
Nossa Senhora do Perpetuo Socorro - R$ 72,75
São Francisco - R$ 810,30
Sagrado Coração de Jesus - R$ 60,00
São Pedro - R$ 24,50
Nossa Senhora da Conceição - R$ 195,00
Total apurado: R$ 4.796,85
Definidos tema e lema da Campanha Missionária 2015
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| Pe. Camilo Pauletti, Diretor das Pontifícias Obras Missionárias do Brasil |
A reflexão para o mês missionário, celebrado em toda a Igreja, segue a proposta da Campanha da Fraternidade, deste ano, que tem como tema “Fraternidade: Igreja e sociedade. Eu vim para servir”.
O slogan da Campanha Missionária 2015: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” é baseado no Evangelho de Marcos 10, 44 em que Cristo concentra no serviço, o perfil de seus discípulos missionários.
“Servir é uma das palavras que usamos na missão. Não existe missão, se não tiver serviço, porque o serviço dá sentido à missão”, disse à Agência Fides o Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Brasil, Pe. Camilo Pauletti, ao explicar a escolha do tema. Normalmente o tema da Campanha Missionária acompanha o da Campanha da Fraternidade, exceto nos anos em que se realiza um congresso missionário específico, com sua própria temática.
“As Pontifícias Obras Missionárias, recorda ainda Pe. Pauletti, tem o carisma de olhar para a dimensão missionária como um todo. Querem que o espírito e a solidariedade missionária incentivem os cristãos, os batizados e as Igrejas particulares a pensarem na obra missionária em todas as partes.
“Assim é uma Igreja em saída, como diz o Papa Francisco, que olha não só para si, mas vai além de si mesma”, concluiu Pe. Pauletti. (MJ)
Texto e Foto Via RadioVaticana
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Evangeli JÁ

A Igreja no Brasil realiza a Campanha para a Evangelização deste ano de 2014 com o lema “Cristo é nossa paz” (cf. Ef 2,14). O tempo do Natal se relaciona a festa, alegria e confraternização. Este clima de alegria e festa não se concretiza sem a paz desejada por todos. No Natal, recebemos Aquele que vem de Deus com o poder de estabelecer a paz. Ele é apresentado por Isaías como o Príncipe da Paz (cf. Is 9,5).
O anúncio do Evangelho começa com a saudação de paz, que coroa e cimenta a relação entre os discípulos. Num mundo marcado por corações despedaçados, será difícil construir a paz. O Papa Francisco nos diz que Cristo é a nossa paz, porque venceu o mundo e os conflitos pacificando-os pelo sangue da sua cruz (cf. Cl 1,20).
Por isso, o lema da Campanha para a Evangelização de 2014 é oportuno. Precisamos enfrentar as crises e os conflitos com a força, o vigor e a novidade do Evangelho. A Igreja, serva humilde e despojada da humanidade é chamada a levar a todas as pessoas o seu bem mais precioso: Jesus Cristo. Eis a boa notícia geradora de paz, capaz de transformar os corações humanos e as estruturas da sociedade.
TEMPOS DE CRISE
O nosso tempo é marcado por crises que exercem grande influência na vida de todos e contribuem para a ressentida ausência de paz difundida pela sociedade brasileira.
Dentre as realidades geradoras de crise, no modo de produção predominante em nossa sociedade, uma das principais é a inadvertida busca pelo lucro. “A busca pelo lucro a todo custo sustenta as corporações econômico-financeiras, rege a produção e o comércio mundial, seduz as nações e cada indivíduo”. Na mesma linha de raciocínio, o Papa Francisco chama a atenção para a idolatria do dinheiro: “A adoração do antigo bezerro de ouro (cf. Ex 32,1-35) encontrou uma nova e cruel versão no fetichismo do dinheiro e na ditadura duma economia sem rosto e sem um objetivo verdadeiramente humano”.
Neste contexto econômico, o ser humano é visto a partir do consumo e não na sua totalidade. Este sistema de produção gera desigualdades, porta de entrada de inúmeros males sociais que atentam contra a dignidade humana. Este desrespeito traz consigo violência, sofrimento, dor e morte.
Outra séria crise dos nossos tempos é a familiar. A crise da família encontra suas raízes no individualismo, a outra face do pluralismo cultural globalizado. O problema se agrava ao considerarmos que as famílias não contam com políticas públicas adequadas e respeitadoras dos valores que devem estruturá-la. O Papa Francisco qualifica a situação atual da família como uma crise social profunda e grave.
Outra realidade geradora de conflitos e violência decorre da situação dos jovens em nossa sociedade. Além de sofrerem diretamente com a situação familiar, também sofrem com a pobreza, o despreparo para o mercado de trabalho, a ameaça das drogas e o extermínio que os atinge.
A crise na democracia representativa dificulta a efetivação dos direitos e de convivência pacífica na nossa sociedade. A dimensão religiosa já convive com ataques à sua liberdade, aos cristãos em particular; e surge uma espiritualidade que privilegia momentos religiosos, descompromissada com o outro, com a justiça social ou com a evangelização.
Estas crises expressam as ambiguidades e conflitos de nosso tempo e interferem no alcance da paz. Este intento ainda é dificultado por certa desorientação para a resolução de situações como a violência. As informações geram confusão, pois são fragmentadas, contraditórias e sem responsabilidade ética. Esta situação contribui para a crise do sentido que deveria conferir um senso de unidade a tudo o que existe e nos sucede na experiência, que os cristãos chamam de sentido religioso.
O EVANGELHO É A BOA-NOVA
Deus concedeu o dom da fé à Igreja e aos discípulos missionários, para percebê-lo encarnado na vida. Pela mediação da Igreja percebemos Jesus Cristo como dom salvífico para a humanidade, que se concretiza no Reino de Deus. O dom da fé recebido suscita o amor a Deus e aos irmãos, e a opção pelos valores do Reino para nortear a vida. Assim, a fé passa a ter valor existencial, com incidência na vida pessoal, comunitária e social. Todos devem procurar o Reino de Deus em primeiro lugar (cf. Mt 6,33).
A acolhida e adesão ao Reino, permite compreender a palavra “Salvação”. A vida e a morte de Jesus elucidam o sentido da vida, e a tornam fecunda para si e para outras pessoas, a exemplo de como foi a vida de Jesus para o mundo. Jesus salvou a todos por meio do seu Mistério Pascal, dom gratuito do Deus que salva.
Natal é o encontro com Deus feito homem no presépio. De forma muito singular, pode ser a experiência originária do encontro pessoal com Jesus que marca o início do homem novo, do discípulo missionário. É o processo que se segue ao ato de fé após o encontro pessoal com Jesus.
A todos toca recomeçar a partir de Cristo, e o tempo do Natal é excelente ocasião para esse recomeço pelo encontro com sua Pessoa, que dá novo horizonte e orientação decisiva à vida. Todos são convidados a esta Boa-Nova da Salvação.
EVANGELIZAR PARA A PAZ
A salvação em Jesus Cristo traz esperança, dá sentido à vida, leva a viver a cada dia a experiência de novos céus e nova terra que se manifestam nos sinais de vida nova, com dignidade e justiça. Mas esta esperança de novos tempos, fruto da graça divina atuando na história, não é apenas uma esperança passiva. Para se concretizar, requer o agir dos discípulos missionários.
O Papa Francisco fala de Igreja em saída. Naquele “ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja. Hoje, todos os discípulos são chamados a esta nova “saída” missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir por qual caminho o Senhor lhe envia para sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.
Quando saímos, encontramos uma realidade ambígua, com as marcas da bondade do Criador e do pecado humano. O pecado feriu o que Deus viu que estava muito bom (cf. Gn 1,31) e introduziu ambiguidades na história, mas o Mistério Pascal de Cristo devolveu à humanidade a esperança de novos céus e nova terra.
A realidade, com suas ambiguidades, sempre impõe novos desafios para a ação evangelizadora e requer renovação eclesial nas dimensões espiritual, pastoral e institucional. Por isso tudo, a pastoral da Igreja não pode prescindir do contexto histórico onde vivem seus membros.
A realidade urbana adquire cada vez mais importância. Nesse contexto dinâmico, repercutem as crises e suas consequências, surgem novos modos de relacionamento entre as pessoas, com Deus e com o mundo criado, como também, novas possibilidades de reestruturação diante das problemáticas sociais. O mundo urbano precisa do Evangelho, a evangelização precisa chegar aos núcleos mais profundos da alma da cidade, às suas várias culturas e seus diversos atores e setores, para resgatar valores e superar ambiguidades que provocam sofrimentos indescritíveis.
O Evangelho denuncia direitos negados, alonga o olhar, abre os ouvidos ao clamor, faz crescer a solidariedade e possibilita um autêntico processo de libertação onde todos se tornem artífices do próprio destino. A evangelização gera as transformações necessárias na sociedade, pois possibilita, em meio aos sinais dos tempos, encontrar e estabelecer critérios, valores e princípios nas verdadeiras fontes da fé cristã. E recomeçar a partir de Jesus Cristo.
Isso requer da Igreja fidelidade e audácia na missão, renovando e revitalizando a Boa Notícia de Jesus Cristo. Requer também, novos discípulos e discípulas missionários(as) que encarnem os valores evangélicos e sejam protagonistas na força do Espírito, da vida nova na sociedade. Testemunhas da vivência do Mandamento do amor em todas as dimensões da vida. Assim, a vida cristã se torna anúncio de novos tempos de comunhão, de vida e de paz.
A Igreja deve ser espaço de comunhão e de missão em vista de uma ação pastoral orgânica e vigorosa. Que una a variedade de carismas, ministérios, serviços e organizações em resposta aos desafios da missão evangelizadora e pastoral. Este esforço seja visto nas CEBs, nas novas comunidades, nos movimentos e em outras formas de associação e movimentos, riquezas do dinamismo da ação do Espírito na Igreja, integradas na pastoral diocesana, sem divisões que as transformem em nômades sem raízes.
Somente assim, o Natal será a oportunidade de fazer com que o Cristo seja nossa paz. Ao anunciar Jesus Cristo, a paz em pessoa (cf. Ef 2,14), a nova evangelização incentiva todo o batizado a ser instrumento de pacificação e testemunha credível duma vida reconciliada. É hora de saber como projetar, numa cultura que privilegia o diálogo como forma de encontro, a busca de consenso e de acordos, mas sem separá-la da preocupação por uma sociedade justa, capaz de memória e sem exclusões. O autor principal, o sujeito histórico deste processo, é o povo e a sua cultura, não uma classe, uma fração, um grupo, uma elite. Não precisamos de um projeto de poucos para poucos, ou de uma minoria esclarecida ou testemunhal que se aproprie de um sentimento coletivo. Trata-se de um acordo para viver juntos, de um pacto social e cultural.
Fonte: CNBB
Texto Referencial editado por Pascom Diocesana
Texto Referencial editado por Pascom Diocesana
O texto referencial completo e o material para divulgação e vivência da Campanha para a Evangelização 2014 estão disponíveis para download no link abaixo:
http://www.cnbb.org.br/publicacoes-2/documentos-para-downloads-2/cat_view/304-ce-campanha-para-a-evangelizacao/518-ce-2014
- See more at: http://www.diocesedeparnaiba.org.br/conteudo.php?acao=view&id=275&m=7#sthash.VHn4c5dC.dpuf
terça-feira, 23 de setembro de 2014
As Pontifícias Obras Missionárias (POM) apresentaram à imprensa, nesta segunda-feira, 22, os subsídios da Campanha Missionária 2014, cujo tema é "Missão para libertar", e retoma a problemática do Tráfico Humano. Promovida anualmente, no mês de outubro, e motivada por um tema de atualidade, a iniciativa tem o objetivo de chamar a atenção dos cristãos sobre o seu compromisso com a missão da Igreja na defesa da vida em todo o mundo.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Outubro Rosa
Outubro Rosa
O movimento começou a surgir em 1990
na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, e desde então, promovida
anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de
Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades
voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como
epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares.
E a Paróquia N Sra de Fátima colabora
com a campanha realizando um momento de conscientização e de prevenção para as
mulheres de nossa paróquia.
Em preocupação com os homens lançou-se
ainda sem muita força o Novembro Azul, com o objetivo de conscientizar os
homens sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Coleta Missionária
Coleta Missionária aconteceu neste domingo, 20/10
No ano em que a Igreja no Brasil dá
destaque especial para a evangelização da juventude, a Campanha Missionária,
realizada neste mês de outubro, também enfatiza o dinamismo dos jovens. Com o
lema “A quem eu te enviar, irás” (Jr
1, 7b), a Coleta Missionária acontece em todas as comunidades no Dia Mundial das Missões, celebrado
em 20 de outubro. “Estes recursos são
importantes: uma pequena parte fica para a organização da Campanha e a
manutenção das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e a maior parte é enviada
para o Fundo Mundial de Solidariedade, em Roma, que financia projetos de ajuda
a missões em todo mundo, especialmente na Ásia e na África. São projetos como
sustento de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos
missionários”, explica o diretor nacional das POM, o padre Camilo Pauletti.
A organização da Campanha no Brasil é de responsabilidade
das POM em parceria com duas Comissões Episcopais da CNBB: Ação Missionária e Amazônia.
Os subsídios foram enviados para as comunidades de todo o país: 190 mil
livretos da novena missionária; 22 mil DVD’s com testemunhos; 8 milhões de
folhetos com orações para as missas dominicais; 11 milhões de envelopes para a
coleta.
“A Igreja é por sua natureza missionária. A campanha deseja recordar
essa dimensão”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a
Animação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi.
“Pelo batismo e pela Crisma, somos ungidos para levar o Evangelho, levar a
missão de Jesus. Essa campanha quer nos comprometer, de uma maneira concreta,
no apoio aos missionários além fronteiras”, completa.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Semana de Combate as Drogas
O
MUNDO SÓ É UMA DROGA PARA QUEM SE DROGA NO MUNDO
DROGA é qualquer substância estranha ao
nosso corpo, que, estando dentro dele, nos cause alterações fisiológicas ou
psíquicas e independentemente de ser lícita ou não, a droga causa diversos
males ao organismo (alguns irreversíveis), dependendo do modo que ela é
utilizada.
Fonte:http://www.diocesedeparnaiba.org.br/conteudo.php?acao=view&id=31&m=7#sthash.VTny3USm.dpuf
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Campanha da Fraternidade completará 50 anos em 2013
Este ano, a igreja do Brasil estará mais voltada para as temáticas relativas à juventude. No dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, será lançada mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF), com o tema “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8). Mas além da atenção voltada à juventude, em sua temática, outro motivo de celebração é que a campanha estará completando o seu cinquentenário de fundação.
A Campanha da Fraternidade, coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é realizada anualmente pela Igreja católica, sempre no período da Quaresma. A cada ano é escolhido um tema, que define sob qual perspectiva a solidariedade será despertada, em relação a questões que envolvem toda sociedade brasileira.
O secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, afirma que um dos papéis da CF é ser um “elo” entre a igreja, os fiéis e a sociedade. “A campanha da Fraternidade é a igreja a serviço da sociedade, é uma evangelização que ultrapassa as fronteiras da igreja e, dessa forma, a igreja cumpre, de fato a sua missão, que é evangelizar de uma forma bem ampla”, explica o padre.
A história da fundação da CF teve início quando três padres responsáveis pela Cáritas brasileira, em 1961, idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal (RN), com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos.
No ano seguinte, 16 dioceses do Nordeste realizaram a campanha. A princípio não houve grande êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
“Esta Campanha, desde seu nascedouro na arquidiocese de Natal, mostrou que seria um importante instrumento para os fiéis viverem intensamente a quaresma, pois foi capaz de fazer convergir as orações e reflexões para gestos concretos de conversão e transformação da realidade, em vista do mistério pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo”, elucida padre Luiz.
Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1962, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, o que foi fundamental para a concepção e estruturação da CF. Ao longo de quatro anos, durante as sessões do Concílio, onde houve diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências, nasceu e cresceu a CF.
Sobre a celebração aos 50 anos da CF, padre Luiz Carlos revela que este é um momento de “voltar às raízes do espírito que levou ao nascimento da CF”. Para o lançamento, ficou definida na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013, uma visita ao município de Nísia Floresta (RN), localidade onde a Campanha teve início.
A programação seguirá ainda no dia 14, à tarde, quando haverá uma entrevista coletiva com a imprensa. No dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 – “Fraternidade e Juventude”. Neste mesmo dia, às 17h, será realizada a solenidade oficial de lançamento, e, às 20h, será celebrada uma missa na Catedral Metropolitana de Natal (RN).
Fonte: cnbb.org.br
A Campanha da Fraternidade, coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é realizada anualmente pela Igreja católica, sempre no período da Quaresma. A cada ano é escolhido um tema, que define sob qual perspectiva a solidariedade será despertada, em relação a questões que envolvem toda sociedade brasileira.
O secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, afirma que um dos papéis da CF é ser um “elo” entre a igreja, os fiéis e a sociedade. “A campanha da Fraternidade é a igreja a serviço da sociedade, é uma evangelização que ultrapassa as fronteiras da igreja e, dessa forma, a igreja cumpre, de fato a sua missão, que é evangelizar de uma forma bem ampla”, explica o padre.
A história da fundação da CF teve início quando três padres responsáveis pela Cáritas brasileira, em 1961, idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal (RN), com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos.
No ano seguinte, 16 dioceses do Nordeste realizaram a campanha. A princípio não houve grande êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
“Esta Campanha, desde seu nascedouro na arquidiocese de Natal, mostrou que seria um importante instrumento para os fiéis viverem intensamente a quaresma, pois foi capaz de fazer convergir as orações e reflexões para gestos concretos de conversão e transformação da realidade, em vista do mistério pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo”, elucida padre Luiz.
Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1962, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, o que foi fundamental para a concepção e estruturação da CF. Ao longo de quatro anos, durante as sessões do Concílio, onde houve diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências, nasceu e cresceu a CF.
Sobre a celebração aos 50 anos da CF, padre Luiz Carlos revela que este é um momento de “voltar às raízes do espírito que levou ao nascimento da CF”. Para o lançamento, ficou definida na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013, uma visita ao município de Nísia Floresta (RN), localidade onde a Campanha teve início.
A programação seguirá ainda no dia 14, à tarde, quando haverá uma entrevista coletiva com a imprensa. No dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 – “Fraternidade e Juventude”. Neste mesmo dia, às 17h, será realizada a solenidade oficial de lançamento, e, às 20h, será celebrada uma missa na Catedral Metropolitana de Natal (RN).
Fonte: cnbb.org.br
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Encontro de Capacitação Campanha da Fraternidade 2013
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013
TEMA: FRATERNIDADE E JUVENTUDE
LEMA: “EIS-ME AQUI, ENVIA-ME!” (IS 6,8)
“A Campanha da Fraternidade do ano de 2013, que
retorna o tema Juventude, se propõe olhar a realidade dos jovens, acolhendo-os
com a riqueza de suas diversidades, propostas e potencialidades; entendê-las e
auxiliá-los neste contexto de profundo impacto cultural e de relações
midiáticas; fazer-se solidária em seus sofrimentos e angústias, especialmente
junto aos que mais sofrem com os desafios”. (TB-CF 2013).
Para aprofundar mais sobre esta temática, vamos realizar no dia 19 de
janeiro (sábado) o Encontro de Capacitação de Multiplicadores da CF 2013.A assessora será Francisca Machado
da Equipe Arquidiocesana da Campanha da Fraternidade – Teresina/ PI.
Solicitamos que cada paróquia envie sua equipe de animação da Campanha
da Fraternidade 2013. Até 10(dez) pessoas por Paróquia, sendo eles líderes
juvenis (catequistas de crisma, grupos de jovens, de artes, acólitos, etc.).
Pedimos que observe os seguintes critérios:
• Que sejam pessoas dispostas a animar a CF na Paróquia durante o ano
todo;
• Que sejam pessoas capazes de repassar o conteúdo do Encontro na sua
Paróquia;
• Que sejam pessoas com disponibilidade para ficar no Encontro o tempo
todo.
O Encontro será no Centro Pastoral Pedro Cahir (CSsR), Salão Paroquial Santa Teresinha(Paróquia
Nossa Senhora de Fátima) na Av. Cel. Lucas, s/n - Nova Parnaíba. Parnaíba
– PI. O mesmo acontecerá na tarde de sábado (19/01/13), de 13h30min às 18h. Não haverá taxa
de inscrição, apenas uma colaboração para o lanche no valor de R$ 2,00 (dois
reais).
Solicitamos que devolvam as fichas de inscrição preenchidas até o dia 16
de janeiro ao Secretariado, ou confirme presença pelo telefone (86) 9419-6203/9916-1759
ou e-mails zndiocesephb@hotmail.com e tati_phb@hotmail.com, aos cuidados de Pe
José Carvalho de Siqueira e Tatiana Meireles. Todos devem trazer caderno,
caneta, Bíblia.
Contando com a presença amiga e solidária de cada um, de cada uma, despedimo-nos
com um abraço fraterno.
Padre José
Carvalho de Siqueira
CoordenadorZonal
Norte de Pastoral
Tatiana
Meireles Araújo
Secretária
Zonal Norte de Pastoral
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Equipe da JMJ Rio-2013 convida para Baile da Saudade
A Equipe da JMJ Rio-2013 da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, realizará no dia 15/12/2012 o Baile da Saudade em prol da Viagem ao Rio de Janeiro, em 2013. Participe!
- Local: Salão Santa Teresinha (Centro Pastoral Pe. Pedro Cahir)
- Hora: a partir das 20h30min.
Maiores informações falar com: Lili - 9458-8528 / Herlus - 9405-8338 / Cristina - 9992-1007
CAMPANHA NATAL SEM FOME 2012
"Parte para o faminto o teu pão." (Isaías 58, 7). Cristo nos ensina a partilhar. Que nesta Campanha nossas doações sejam multiplicadas e que as famílias que forem saciadas possam se fortalecer com o gesto de doação do Natal e sempre confiar na Grande Luz que é Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele que é o Verdadeiro alimento de nossas vidas!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Cartaz e Oração da Campanha da Fraternidade 2012
Oração da CF 2012
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,
em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo,
e que a saúde se difunda sobre a terra.
Amém.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
LANÇAMENTO DA CAMPANHA NATAL SEM FOME 2011
Foi realizado neste dia 04 de novembro de 2011 no Centro de Treinamento Sagrada Família o Lançamento Oficial da CAMPANHA NATAL SEM FOME" com o tema: "REPARTA SEU PÃO COM QUEM TEM FOME" (Tb 4,16).
A meta deste ano é de arrecadar 25 toneladas de alimentos.
foi cerimonialista neste evento Ana Damasceno, compuseram a mesa Pe. Antoni Soares (Pároco da P. N. Sra. da Graça), Dom Alfredo Schaffler (Bispo Diocesano), Frei Chagas (Pároco da P. São Sebastião) e Valéria Cordeiro (Cooredenadora Administrativa do Projeto Social da Diocese).
teve participação do Grupo de Dança Shekinah Dance.
| FREI CHAGAS Coordenador da Campanha Natal Sem Fome de 2011 |
| Pe. Antonio Soares, Dom Alfredo e Frei Chagas |
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
PREPARAÇÃO DA CAMPANHA NATAL SEM FOME 2011 - III
Amanhã, 28, às 18:30h acontecerá a reunião da CAMPANHA DO NATAL SEM FOME, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Você paroquiano é nosso convidado especial.
PARTICIPE!!!!!
"REPARTA O PÃO COM QUEM TEM FOME! (Tb 4,16)


