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Campanha Natal Sem Fome 2014

Written By Paróquia N Sra. de Fátima on quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 | 4.12.14



Participe!!!
Ajude os mais necessitados neste Natal, colabore doando 1kg de alimento.

De 3 a 13/12/2014 a Comunidade Santa Luzia celebra sua padroeira! Confira programação!

Written By Coordenação da Comunidade N. Sra. Aparecida on terça-feira, 2 de dezembro de 2014 | 2.12.14


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Evangeli JÁ

Written By Paróquia N Sra. de Fátima on terça-feira, 25 de novembro de 2014 | 25.11.14





A Igreja no Brasil realiza a Campanha para a Evangelização deste ano de 2014 com o lema “Cristo é nossa paz” (cf. Ef 2,14). O tempo do Natal se relaciona a festa, alegria e confraternização. Este clima de alegria e festa não se concretiza sem a paz desejada por todos. No Natal, recebemos Aquele que vem de Deus com o poder de estabelecer a paz. Ele é apresentado por Isaías como o Príncipe da Paz (cf. Is 9,5).

O anúncio do Evangelho começa com a saudação de paz, que coroa e cimenta a relação entre os discípulos. Num mundo marcado por corações despedaçados, será difícil construir a paz. O Papa Francisco nos diz que Cristo é a nossa paz, porque venceu o mundo e os conflitos pacificando-os pelo sangue da sua cruz (cf. Cl 1,20).

Por isso, o lema da Campanha para a Evangelização de 2014 é oportuno. Precisamos enfrentar as crises e os conflitos com a força, o vigor e a novidade do Evangelho. A Igreja, serva humilde e despojada da humanidade é chamada a levar a todas as pessoas o seu bem mais precioso: Jesus Cristo. Eis a boa notícia geradora de paz, capaz de transformar os corações humanos e as estruturas da sociedade.

TEMPOS DE CRISE

O nosso tempo é marcado por crises que exercem grande influência na vida de todos e contribuem para a ressentida ausência de paz difundida pela sociedade brasileira.

Dentre as realidades geradoras de crise, no modo de produção predominante em nossa sociedade, uma das principais é a inadvertida busca pelo lucro. “A busca pelo lucro a todo custo sustenta as corporações econômico-financeiras, rege a produção e o comércio mundial, seduz as nações e cada indivíduo”. Na mesma linha de raciocínio, o Papa Francisco chama a atenção para a idolatria do dinheiro: “A adoração do antigo bezerro de ouro (cf. Ex 32,1-35) encontrou uma nova e cruel versão no fetichismo do dinheiro e na ditadura duma economia sem rosto e sem um objetivo verdadeiramente humano”.

Neste contexto econômico, o ser humano é visto a partir do consumo e não na sua totalidade. Este sistema de produção gera desigualdades, porta de entrada de inúmeros males sociais que atentam contra a dignidade humana. Este desrespeito traz consigo violência, sofrimento, dor e morte.

Outra séria crise dos nossos tempos é a familiar. A crise da família encontra suas raízes no individualismo, a outra face do pluralismo cultural globalizado. O problema se agrava ao considerarmos que as famílias não contam com políticas públicas adequadas e respeitadoras dos valores que devem estruturá-la. O Papa Francisco qualifica a situação atual da família como uma crise social profunda e grave.

Outra realidade geradora de conflitos e violência decorre da situação dos jovens em nossa sociedade. Além de sofrerem diretamente com a situação familiar, também sofrem com a pobreza, o despreparo para o mercado de trabalho, a ameaça das drogas e o extermínio que os atinge.

A crise na democracia representativa dificulta a efetivação dos direitos e de convivência pacífica na nossa sociedade. A dimensão religiosa já convive com ataques à sua liberdade, aos cristãos em particular; e surge uma espiritualidade que privilegia momentos religiosos, descompromissada com o outro, com a justiça social ou com a evangelização.

Estas crises expressam as ambiguidades e conflitos de nosso tempo e interferem no alcance da paz. Este intento ainda é dificultado por certa desorientação para a resolução de situações como a violência. As informações geram confusão, pois são fragmentadas, contraditórias e sem responsabilidade ética. Esta situação contribui para a crise do sentido que deveria conferir um senso de unidade a tudo o que existe e nos sucede na experiência, que os cristãos chamam de sentido religioso.

O EVANGELHO É A BOA-NOVA

Deus concedeu o dom da fé à Igreja e aos discípulos missionários, para percebê-lo encarnado na vida. Pela mediação da Igreja percebemos Jesus Cristo como dom salvífico para a humanidade, que se concretiza no Reino de Deus. O dom da fé recebido suscita o amor a Deus e aos irmãos, e a opção pelos valores do Reino para nortear a vida. Assim, a fé passa a ter valor existencial, com incidência na vida pessoal, comunitária e social. Todos devem procurar o Reino de Deus em primeiro lugar (cf. Mt 6,33).
A acolhida e adesão ao Reino, permite compreender a palavra “Salvação”. A vida e a morte de Jesus elucidam o sentido da vida, e a tornam fecunda para si e para outras pessoas, a exemplo de como foi a vida de Jesus para o mundo. Jesus salvou a todos por meio do seu Mistério Pascal, dom gratuito do Deus que salva.

Natal é o encontro com Deus feito homem no presépio. De forma muito singular, pode ser a experiência originária do encontro pessoal com Jesus que marca o início do homem novo, do discípulo missionário. É o processo que se segue ao ato de fé após o encontro pessoal com Jesus.

A todos toca recomeçar a partir de Cristo, e o tempo do Natal é excelente ocasião para esse recomeço pelo encontro com sua Pessoa, que dá novo horizonte e orientação decisiva à vida. Todos são convidados a esta Boa-Nova da Salvação.

EVANGELIZAR PARA A PAZ

A salvação em Jesus Cristo traz esperança, dá sentido à vida, leva a viver a cada dia a experiência de novos céus e nova terra que se manifestam nos sinais de vida nova, com dignidade e justiça. Mas esta esperança de novos tempos, fruto da graça divina atuando na história, não é apenas uma esperança passiva. Para se concretizar, requer o agir dos discípulos missionários.

O Papa Francisco fala de Igreja em saída. Naquele “ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja. Hoje, todos os discípulos são chamados a esta nova “saída” missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir por qual caminho o Senhor lhe envia para sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.

Quando saímos, encontramos uma realidade ambígua, com as marcas da bondade do Criador e do pecado humano. O pecado feriu o que Deus viu que estava muito bom (cf. Gn 1,31) e introduziu ambiguidades na história, mas o Mistério Pascal de Cristo devolveu à humanidade a esperança de novos céus e nova terra.

A realidade, com suas ambiguidades, sempre impõe novos desafios para a ação evangelizadora e requer renovação eclesial nas dimensões espiritual, pastoral e institucional. Por isso tudo, a pastoral da Igreja não pode prescindir do contexto histórico onde vivem seus membros.

A realidade urbana adquire cada vez mais importância. Nesse contexto dinâmico, repercutem as crises e suas consequências, surgem novos modos de relacionamento entre as pessoas, com Deus e com o mundo criado, como também, novas possibilidades de reestruturação diante das problemáticas sociais. O mundo urbano precisa do Evangelho, a evangelização precisa chegar aos núcleos mais profundos da alma da cidade, às suas várias culturas e seus diversos atores e setores, para resgatar valores e superar ambiguidades que provocam sofrimentos indescritíveis.

O Evangelho denuncia direitos negados, alonga o olhar, abre os ouvidos ao clamor, faz crescer a solidariedade e possibilita um autêntico processo de libertação onde todos se tornem artífices do próprio destino. A evangelização gera as transformações necessárias na sociedade, pois possibilita, em meio aos sinais dos tempos, encontrar e estabelecer critérios, valores e princípios nas verdadeiras fontes da fé cristã. E recomeçar a partir de Jesus Cristo.

Isso requer da Igreja fidelidade e audácia na missão, renovando e revitalizando a Boa Notícia de Jesus Cristo. Requer também, novos discípulos e discípulas missionários(as) que encarnem os valores evangélicos e sejam protagonistas na força do Espírito, da vida nova na sociedade. Testemunhas da vivência do Mandamento do amor em todas as dimensões da vida. Assim, a vida cristã se torna anúncio de novos tempos de comunhão, de vida e de paz.

A Igreja deve ser espaço de comunhão e de missão em vista de uma ação pastoral orgânica e vigorosa. Que una a variedade de carismas, ministérios, serviços e organizações em resposta aos desafios da missão evangelizadora e pastoral. Este esforço seja visto nas CEBs, nas novas comunidades, nos movimentos e em outras formas de associação e movimentos, riquezas do dinamismo da ação do Espírito na Igreja, integradas na pastoral diocesana, sem divisões que as transformem em nômades sem raízes.

Somente assim, o Natal será a oportunidade de fazer com que o Cristo seja nossa paz. Ao anunciar Jesus Cristo, a paz em pessoa (cf. Ef 2,14), a nova evangelização incentiva todo o batizado a ser instrumento de pacificação e testemunha credível duma vida reconciliada. É hora de saber como projetar, numa cultura que privilegia o diálogo como forma de encontro, a busca de consenso e de acordos, mas sem separá-la da preocupação por uma sociedade justa, capaz de memória e sem exclusões. O autor principal, o sujeito histórico deste processo, é o povo e a sua cultura, não uma classe, uma fração, um grupo, uma elite. Não precisamos de um projeto de poucos para poucos, ou de uma minoria esclarecida ou testemunhal que se aproprie de um sentimento coletivo. Trata-se de um acordo para viver juntos, de um pacto social e cultural.


Fonte: CNBB
Texto Referencial editado por Pascom Diocesana

O texto referencial completo e o material para divulgação e vivência da Campanha para a Evangelização 2014 estão disponíveis para download no link abaixo: 

http://www.cnbb.org.br/publicacoes-2/documentos-para-downloads-2/cat_view/304-ce-campanha-para-a-evangelizacao/518-ce-2014
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Festa de N. Sra. da Conceição 28/11 à 8/12/2014 na Comunidade Baixa da Carnaúba

Written By Coordenação da Comunidade N. Sra. Aparecida on quinta-feira, 6 de novembro de 2014 | 6.11.14


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CNBB - Brasil tem patronos dos Catequistas e dos Químicos

Written By Paróquia N Sra. de Fátima on sábado, 27 de setembro de 2014 | 27.9.14

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé confirmou São José de Anchieta como patrono dos catequistas do Brasil e o beato Francisco de Paula Castelló i Aleu como  patrono dos profissionais Químicos do Brasil. A decisão foi tomada atendendo ao pedido do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, feito em julho de 2013.
Dom Damasceno alegou em sua solicitação a “veneração fervorosa e contínua” dada pelo clero e dioceses do país ao santo que “se dedicou ao ensino e à transmissão da catequese no território brasileiro” e ao bem-aventurado “que não hesitou doar a sua vida totalmente a Cristo”.
São José de Anchieta
Canonizado pelo papa Francisco, no dia 03 de abril de 2014, o chamado Apóstolo do Brasil é considerado pelo presidente da CNBB um modelo evangelizador e missionário. “Nos ensinou que o Evangelho, ao ser anunciado, deve ser inculturado, levando em conta a cultura das pessoas ao qual se destina”, disse dom Damasceno na ocasião da canonização.
Natural de Tenerife, nas Ilhas de Canárias, na Espanha, Anchieta nasceu no dia 19 de março de 1534 e chegou ao Brasil em 1553. Foi responsável pela criação do colégio de Piratininga no dia 25 de janeiro de 1554, que deu origem à cidade de São Paulo.
No decorrer de sua vida, o santo passou por lugares como São Paulo, Espírito Santo e Bahia propagando os ensinamentos do Evangelho. Faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta, no Estado do Espírito Santo), em 9 de junho de 1597.
Beato Francisco de Paula Castelló i Aleu
Divulgação - http://www.franciscocastello.com.br/Francês da cidade de Alicante, o beato nasceu em 19 de abril de 1914. Considerado mártir, Francisco Castelló foi condenado à morte por não negar sua fé católica. Em 1936, diante de um Tribunal Popular, respondia às perguntas dizendo com firmeza: “Sim, sou católico”. A relação com os químicos surge de sua formação em Química pela Universidade de Oviedo, no Principado de Astúrias, na Espanha.
Francisco de Paula Castelló i Aleu atuou em sua vida religiosa com pobres e trabalhadores. Faltando algumas horas para ser fuzilado, o beato escreveu uma carta a um amigo, padre Galán, entregando o seu “pobre testamento intelectual”, no qual havia um projeto de “compressor de amoníaco”.
São João Paulo II foi o responsável pela sua beatificação, em 11 de março de 2001. Em sua homilia, ressaltou o testemunho de mártir. “Ofereceu a sua juventude em sacrifício de amor a Deus e aos irmãos”, disse João Paulo II.

Dia de oração

Pela III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos
Domingo, 28 de setembro de 2014

I -  Oração à Sagrada Família pelo Sínodo



Jesus, Maria e José
em vós nós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
a vós dirigimo-nos com confiança.

Sagrada Família de Nazaré,
faz também das nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré,
nunca mais nas famílias se vivam experiências
de violência, fechamento e divisão:
quem quer que tenha sido ferido ou escandalizado
receba depressa consolação e cura.

Sagrada Família de Nazaré,
o próximo Sínodo dos Bispos
possa despertar de novo em todos a consciência
da índole sagrada e inviolável da família,
a sua beleza no desígnio de Deus.

Jesus, Maria e José
escutai, atendei a nossa súplica.


 II - Oração universal
Irmãos e irmãs!
Como família dos filhos de Deus e animados pela fé, elevemos as nossas súplicas ao Pai, a fim de que as nossas famílias, sustentadas pela graça de Cristo, se tornem autênticas igrejas domésticas onde se vive e se dá o testemunho do amor de Deus.

Oremos e, juntos, digamos:
Senhor, abençoai e santificai as nossas famílias

Pelo Papa Francisco: que o Senhor, que o chamou a presidir à Igreja na caridade, o sustente no seu ministério ao serviço da unidade do Colégio episcopal e de todo o Povo de Deus, oremos:

Pelos Padres sinodais e pelos outros participantes na III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos: que o Espírito do Senhor ilumine as suas mentes, a fim de que a Igreja possa enfrentar os desafios sobre a família, em fidelidade ao desígnio de Deus, oremos:

Por aqueles que têm responsabilidades no governo das Nações: que o Espírito Santo inspire projetos que valorizem a família como célula fundamental da sociedade, segundo o desígnio divino e sustentem as famílias em situações difíceis, oremos:

Pelas famílias cristãs: que o Senhor, que pôs na comunhão esponsal o selo da sua presença, faça das nossas famílias cenáculos de oração, íntimas comunidades de vida e de amor, à imagem da Sagrada Família de Nazaré, oremos:

Pelos cônjuges em dificuldade: que o Senhor, rico em misericórdia, os acompanhe mediante a ação maternal da Igreja, com compreensão e paciência, no seu caminho de perdão e de reconciliação, oremos:

Pelas famílias que, por causa do Evangelho, devem deixar as suas terras: que o Senhor, que com Maria e José experimentou o exílio no  Egito, os conforte com a sua graça e lhes abra caminhos de caridade fraternal e de solidariedade humana, oremos:

Pelos avós: que o Senhor, que foi recebido no Templo pelos Santos anciãos Simeão e Ana, os torne sábios colaboradores dos pais na transmissão da fé e na educação dos filhos, oremos:

Pelas crianças: que o Senhor da vida, que no seu ministério os acolheu, fazendo deles modelos para entrar no Reino dos Céus, suscite em todos o respeito pela vida nascente e inspire programas educativos em conformidade com a visão cristã da vida, oremos:

Pelos jovens: que o Senhor, que santificou as bodas de Caná, os leve a redescobrir a beleza da índole sagrada e inviolável da família no desígnio divino e sustente o caminho dos noivos que se preparam para o matrimónio, oremos:

Ó Deus, que não abandonais a obra das vossas mãos, escutai as nossas invocações:
Enviai o Espírito do vosso Filho para iluminar a Igreja no início do caminho sinodal a fim de que, contemplando o esplendor do verdadeiro amor que resplandece na Sagrada Família de Nazaré, dela aprenda a liberdade e a obediência para enfrentar com audácia e misericórdia os desafios do mundo de hoje.

Por Cristo nosso Senhor.
Amém! 



Written By Paróquia N Sra. de Fátima on terça-feira, 23 de setembro de 2014 | 23.9.14





As Pontifícias Obras Missionárias (POM) apresentaram à imprensa, nesta segunda-feira, 22, os subsídios da Campanha Missionária 2014, cujo tema é "Missão para libertar", e retoma a problemática do Tráfico Humano. Promovida anualmente, no mês de outubro, e motivada por um tema de atualidade, a iniciativa tem o objetivo de chamar a atenção dos cristãos sobre o seu compromisso com a missão da Igreja na defesa da vida em todo o mundo.  
 
Suporte : João Batista
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