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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Joao Lustoza

Saudação de Dom Juarez Sousa da Silva - Bispo de Parnaíba - Piaui

Foto: Diocese de Oeiras 
Amados irmãos e irmãs,

Saúdo a todos(as) com as palavras do apóstolo Paulo: “Graça, Misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo nosso Senhor vos sejam concedidas abundantemente”.

Neste tempo desde aquele 05 de março, quando aqui cheguei como Bispo Coadjutor, fui agraciado pela possibilidade de conhecer e dar-me a conhecer através de visitas e acolhidas, de tal forma que hoje sinto-me a vontade para falar como alguém que se sente em casa. Agradeço imensamente a todos, a começar pelo irmão Dom Alfredo e por todos na diocese que me proporcionaram fazer parte desta família diocesana de Parnaíba.

Com a aceitação de sua Santidade, o Papa Francisco ao pedido de renúncia de Dom Alfredo, comunicada no dia 24 deste mês, a sucessão se deu automaticamente, conforme já era previsto na Bula Pontifícia. Hoje, mais do que eu tomar posse da Diocese, é a Diocese de Parnaíba que está tomando posse do seu bispo. Quero dizer com o apóstolo Paulo: “Pela graça de Deus eu sou quem sou” (1 Cor 15,10). Tudo é graça.

Saúdo agradecido a todos que aqui vieram de perto e de longe, aos irmãos bispos Dom Jacinto, nosso metropolita de Teresina, Dom Marcos Tavoni, bispo de Bom Jesus, Pe. Raimundo Duarte, Administrador diocesano de Campo Maior, minha diocese de origem.

Faço memória agradecida dos bispos que por aqui passaram: Dom Filipe Benício Conduru Pacheco, Dom Paulo Hipólito de Sousa Libório, ambos, na casa do Pai; Dom Edvaldo Gonçalves do Amaral, hoje emérito de Maceió, Dom Joaquim Rufino do Rêgo, hoje na casa do Pai, o nosso “bispo do coração” como afetuosamente é tratado, inclusive por Dom Alfredo.

A Dom Alfredo Schafller, valente missionário, à frente da diocese nos últimos dezesseis anos, a gratidão imorredoura, minha e de todos os seus diocesanos. Meu irmão, agradeço-lhe imensamente pela acolhida fraterna e simpática, desde quando saiu a minha nomeação como Bispo Coadjutor de Parnaíba. Que bom que o senhor decidiu permanecer aqui conosco, não só morando mas, com aquela disposição de colaborar, como bispo emérito, no tribunal eclesiástico, no cuidado pastoral, em Cajueiro da Praia, e certamente de muitas outras formas. O senhor tem muito que me ensinar e eu tenho muito que aprender com o senhor. Continuo contando com o senhor. Não me eixe sozinho.

Saúdo cordialmente aos padres e frades da diocese de Parnaíba, “indispensáveis colaboradores da ordem episcopal”, aos padres de outras dioceses, diáconos com suas esposas, religiosas e religiosos, seminaristas, irmãos leigos e leigas, protagonistas da evangelização nas diversas instâncias eclesiais e da sociedade. Saúdo aos meus familiares aqui representados, na pessoa de minha mãe, Dona Maria José e meus irmãos e sobrinhos. Ao meu pai peço a sua benção lá do céu.

Quero agradecer pela presença e saudar de modo especial as autoridades civis dos poderes executivo, legislativo e judiciário, e militares, e o faço na pessoa do Prefeito da cidade de Parnaíba, Dr. Florentino Veras Neto com a sua dista esposa, que me acolheram desde os primeira hora, com presteza e deferência. Saúdo às demais autoridades de Parnaíba e dos municípios que compõem a Diocese.

É graça que a nossa apresentação como 6º Bispo de Parnaíba se dê na solenidade de Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça; no calendário litúrgico universal, festa da Natividade de Nossa Senhora.

A Palavra divina que ilumina esta solenidade, nos fala primeiramente que por meio de Maria, Mãe de Deus, cheia de Graça, recebemos Cristo que é nossa Paz. Ele é Deus que chega ao nosso mundo na natureza humana. “Na Plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher”. É a Graça maior, o fato de Deus tornar-se homem para que os homens se tornem filhos de Deus.

No trecho do evangelho proclamado, são Mateus nos apresenta a genealogia e o nascimento, no tempo, do Filho eterno do Pai. A realidade humana de Jesus, o Filho de Deus, passa através da longa história dos que o precederam. De cada um desses nomes se diz duas vezes “gerar”: uma vez como “filho”, a outra como “pai”: por exemplo, “Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacó”. Esse esquema se repete até chegar em José. Aí, inesperadamente, ele se interrompe e diz: “Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo” (1,16). Ao invés de dizer que José gerou Jesus, o esquema abre-se à surpresa que aconteceu por pura prodigalidade da graça divina, por meio de Maria, a Mãe da Divina Graça. Tudo é graça.

Celebramos o nascimento de Maria, cheia de Graça. Seu nascimento é um fato da história de Cristo, que por ação do Espírito Santo dela nasceu. Nasceu na história, aquele que da história é o Senhor. Assim o fez para realizar plano divino de amor e de salvação.

Tudo é graça. É graça que o senhor nos tenha recebido em sua história, você, eu a Igreja. Tantos que nos precederam como disse anteriormente. Tantos operários e operárias corajosos da vinha do Senhor.
Ao visitar as diversas paróquias de nossa diocese, do sertão ao litoral, da serra aos cocais, constantemente ouvi, uma palavra que muito me animou, “pode contar conosco”. É com todos que eu conto. Somos desafiados a acolher e anunciar a salvação de Deus, em um tempo novo, em época de transformações rápidas e profundas, em tempos de mudança de épocas, que não obstante os avanços e conquistas no mundo das ciências e da técnica, que proporcionam conforto e bem estar, também e de outro lado, afetam os valores mais profundos, como a fé, a família, a paz, a solidariedade, as relações.
O Báculo que recebi, não sirva para afugentar ninguém, mas para nos sustentar, para cuidar de todos, proteger contra as forças adversas à vida e ao reino de Deus.

A Cátedra, não seja para acomodar-me na auterefencialidade, minha nem da Igreja, mas para sinalizar a unidade de todos, e com todos os seguimentos de uma só família diocesana, como deve ser a imagem de uma Igreja particular.

Conclamo, pois a todas as forças vivas da Igreja e da sociedade: juventude, famílias, pastorais, movimentos, novas comunidades, Comunidades Eclesiais de Base, conselhos. Escutemos a voz da Palavra, através de nosso querido papa Francisco: não deixemos que nos roubem a força missionária (EG 109). Os “desafios existem para serem superados”. Partindo sempre de Cristo e na força do Espirito Santo, sejamos uma Igreja “em saída”, discípula, misericordiosa e acolhedora de todos, preferencialmente dos mais necessitados. Desejo dialogar e caminha respeitosamente com as outras igrejas e denominações religiosas. Somos todos filhos de Deus. O que nos une é maior do que o nos diferencia. Vamos todos conviver, em atitude de respeito e interdependência. Vamos construir juntos, a “civilização do amor”.

Concluindo estas minhas palavras, gostaria de dizer mais uma vez, que quero ser sempre um verdadeiro cristão entre os cristãos, um amigo entre os amigos, um irmão entre os irmãos. A fraternidade é um componente essencial da vida cristã; a amizade dá o verdadeiro tom da convivência humana. Se eu não for irmão em Cristo não posso ser um bom pastor, conforme o perfil do Bom Pastor que Jesus traçou no capítulo décimo do Evangelho de São João.

Ajudem-me, pois, a ser o amigo, o pastor dos seus sonhos. Espero, com a graça de Deus e a oração de vocês, não decepcioná-los. “A verdadeira esperança não decepciona”.

Mais uma vez agradeço a todos os que se fazem presentes e aos que se empenharam na preparação e realização desta festa de nossa padroeira.

Nossa Senhora Mãe da Divina Graça cuide de nossos corações. Caminhe sempre conosco e nos mostre o caminho de Cristo e do Reino. “Para que todos tenham vida” (Jo 10,10). Que o Senhor nos abençoe!

+ Juarez Sousa da Silva – Bispo de Parnaíba – 08.09.2016
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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Paróquia N Sra. de Fátima

Corpus Christi 2015


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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Joao Lustoza

Dom Alfredo Schaffler redige carta em referência ao Ano da Paz

Em sintonia com o Ano da Paz Dom Alfredo Schaffler, Bispo da Diocese de Parnaíba, redigiu uma carta endereçada a todos os cristãos relatando a importância de termos paz. Na carta Dom Alfredo traz varias reflexões de como se alcançar a paz e a partir dela construir uma sociedade mais justa e mais fraterna.

Segue abaixo o teor da Carta:

Saúdo fraternalmente a todos os fiéis da nossa Diocese, saúdo os padres e religiosos (as), consagrados nas novas comunidades, saúdo todo povo de Deus.

A fraternidade é uma dimensão essencial do homem. Ser irmão e irmã é próprio da pessoa humana. Como pessoas humanas, desejamos todos a paz e a harmonia na nossa convivência familiar e social. A Cultura da Paz e da Cidadania está relacionada ao tema da segurança como uma questão sociopolítica que envolve a todos. Nenhum membro da sociedade organizada deve ser excluído do processo de construção de uma sociedade mais justa, fraterna e segura ou eximir-se de sua responsabilidade no processo de construção da paz social.

Impressiona-nos a triste realidade das guerras que acontecem em tantas partes do mundo com números elevados de vítimas fatais. Mas não está na hora de olhar os números de homicídios que estão acontecendo nesta nossa querida terra da Santa Cruz? Nos últimos 30 anos tivemos um aumento de 259% de homicídios. No ano de 2013 aconteceram 50.806 vítimas de homicídios dolosos no Brasil. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 11% dos assassinatos do mundo acontecem no Brasil onde uma pessoa é morta a cada dez minutos. Além disso, foram registrados no mesmo ano 50.320 casos de estupro. Quase o mesmo número de vítimas fatais foram registradas pelos acidentes no trânsito.

Diante desta realidade no nosso país, a Conferência dos Bispos do Brasil convocou os brasileiros para um ANO DE PAZ.

Além da violência a dizimar a vida de milhares de brasileiros todos os anos, percebemos outras formas geradoras da violência. Não estamos tomando quase diariamente conhecimento de corrupção em Empresas estatais, desvios de verbas públicas e outros crimes do colarinho branco alimentados pela impunidade de seus agentes que não sabem de nada e não querem assumir a responsabilidade?

Como lembra o Papa Francisco: “o anseio de uma vida plena contém uma aspiração, irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em que não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.

”No silêncio das nossas famílias não acontecem atos de violência?

Será que não existem em tantas cidades de nossa Diocese “bocas de fumo” conhecidos pela larga maioria da população, e os que são responsáveis será que não sabem?

A paz é um valor e um dever universal e encontra seu fundamento na ordem racional e moral da sociedade que tem as suas raízes no próprio Deus. A paz é fruto do amor. Por isso a vivência do amor pode reverter esta situação. “O amor faz com que o homem se realize através do dom sincero de si, amar significa dar e receber aquilo que não se pode comprar nem vender, mas apenas livre e reciprocamente oferecer.” São João Paulo II.

São João XXIII nos fala: “Nada se perde com a paz, mas tudo pode ser perdido com a guerra”. Será que isso não continua atual para nossa convivência humana?

A Igreja trabalha pela paz com a oração. A oração abre o coração não só a uma profunda relação com Deus, como também ao encontro com o próximo sob o signo do respeito, da confiança, da compreensão, da estima e do amor.

Novamente o Papa Francisco nos fala: “o verdadeiro construtor da paz é aquele que faz o primeiro passo em direção ao outro, que sabe pedir desculpa, o que não é fraqueza, mas uma força de paz.”

“Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” Mt 5,9

Assim convocamos todas as nossas comunidades paroquiais, afim de que o tema da Paz seja incentivado nas mais diversas atividades pastorais, especialmente nos festejos que estão sendo celebrados.Junto com a CNBB queremos orientar que no dia 04 de outubro, festa de São Francisco de Assis, arauto da paz, seja realizada uma Caminhada pela Paz em todas as comunidades paroquiais, nas cidades e no interior. Todas as comunidades devem realizar uma caminhada demonstrando que a paz é possível. Com cartazes, lenços brancos e roupa branca vamos juntos proclamar que somos filhos da Paz.

Com São Paulo que escreveu aos Efésios digo: “Para os irmãos, paz, amor e fé da parte de Deus Pai e Nosso Senhor Jesus Cristo”. ( Ef 6,23)

Na festa da Ascenção de Nosso Senhor de 2015.
+ Alfredo – bispo de Parnaíba

Via CNBB Regional Nordeste 4
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Joao Lustoza

Encontro Regional de Catequese: Iniciação à Vida Cristã

Uma vez por ano acontece o Encontro Regional de Catequese, objetivando reunir as oito dioceses do Piauí para que juntas possam fazer as avaliações de suas caminhadas, estudarem materiais importantes para a formação, e traçarem planos, dentro de uma programação com datas fixas. Este ano os participantes vão ter como referência o livro Itinerário Catequético. A publicação apresenta orientações importantes para a Pastoral Bíblico-Catequética, trazendo subsídios para todas as dioceses do Brasil, criando assim uma abertura para a implantação desse novo modelo catequético pelas comunidades.
Este ano a Diocese de Parnaíba está recebendo pessoas de seis das oito dioceses piauienses, ausentes apenas as de Floriano e Bom Jesus. O Encontro Regional de Catequese, está acontecendo no Centro de Treinamento Sagrada Família, entre os dias 21 e 24 de maio de 2015. No primeiro dia realizou-se a Celebração Eucarística, presidida por Dom Eduardo Zielski, Bispo Referencial Regional para Catequese, que recebeu uma homenagem pelos seus 15 anos de Ordenação Episcopal (2000-2015). A liturgia ficou sob responsabilidade da diocese de Oeiras. No mesmo dia, Padre João Paulo Moreira, que recentemente concluiu seu Mestrado em Catequese pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma, tomou posse como Coordenador Regional de Catequese.

‘‘Gostaria de destacar o quanto esse momento é importante para todas as dioceses do nosso Estado. Chegaram aqui pessoas vindas de seis das oito dioceses, e o que nos alegra muito é poder observar a quantidade significante de participantes e a satisfação estampada no rosto de cada um, não só pela oportunidade do aprendizado e do contato com os demais, mas pela bela organização que a Diocese de Parnaíba proporcionou para todos. Os participantes foram muito bem recebidos e não nos faltou material e a assistência quando precisamos. Parabéns a todos os envolvidos direta e indiretamente neste belo encontro. ’’ Destacou Pe. João Paulo.
O novo coordenador regional também falou sobre a relação das dioceses com o regional, e de como o livro Itinerário Catequético pode fazer a diferença na caminhada dentro da catequese: ‘‘ Cada diocese tem sua peculiaridade, toma suas decisões e traça suas metas. A coordenação regional se faz presente quando trata de apontar o melhor caminho a ser seguido, então cada uma das oito dioceses adequa as orientações às suas diferentes realidades, mas sempre buscando uma boa sintonia para melhores resultados. O Encontro Regional ganha importância nesse sentido, de aproximar as dioceses. Esse ano os participantes vão estudar sobre uma nova forma de fazer catequese, valorizando a leitura orante, e adontando a forma de ser dos discípulos de Jesus, atuando assim como companheiros de seus catequizandos, fazendo a iniciação à vida cristã, (que é o tema desse ano) acompanhando-os e inserindo-os como pessoas de bem na vida em comunidade. ’’
O encontro tem como assessor Pe. Décio José Walker, da Comissão Episcopal para Animação Bíblico-Catequética, que na tarde do dia 21 de maio recebeu com muita alegria a equipe da Pascom da Diocese de Parnaíba, concedendo uma entrevista, onde fala sobre o evento, os objetivos e a importância do livro Itinerário Catequético.

Confira a entrevista com pe. Décio Walker



Via PasCom da Diocese de Parnaíba

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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Joao Lustoza

Grupo de Oração Monte de Sião promove ENAMORADOS 2015

O Grupo de Oração Monte de Sião da Renovação Carismática Católica da Diocese de Parnaíba convida os casais de namorados, casados e solteiros para o ENAMORADOS 2015. O evento terá como tema: "Santidade no Namoro", e contará com palestras para casados e solteiros. O encontro será realizado na Unidade Escolar Padre Raimundo José Vieira, que está localizada na Avenida das Normalistas, 1680 - Bairro Nova Parnaíba. A data de realização será no dia 14 de junho às 15h. Para participar será cobrado um valor simbólico de três pela pulseira que dá acesso a entrada. Participe!!!


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terça-feira, 19 de maio de 2015

Joao Lustoza

Encontro de Formação Permanente do Clero na Diocese de Parnaíba

Nos dias 18 e 19 de maio, no Centro de Treinamento Pastoral Sagrada Família, estará acontecendo o Encontro de Formação Permanente do Clero. Nestes dias será estudado o tema: 'Iniciação à Vida Cristã', sob orientação do assessor da Dimensão Bíblico Catequética da CNBB Nacional, Pe. Décio José Walker. Com isso, os participantes objetivam refletir sobre o processo catequético, e com esse tem abordado, levar as pessoas ao amadurecimento da fé.

 No encontro serão distribuídos, para os padres, o livro Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - 2015-2019 - Doc CNBB 102, e a carta pastoral, com a mensagem do Bispo Dom Alfredo Schaffler, sobre 2015 - o Ano da Paz, com sugestões concretas para celebração em cada paróquia.




Texto Via Diocese de Parnaíba
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