Mostrando postagens com marcador CNBB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CNBB. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Prof. Marcos Lima

DOCUMENTO 25 CNBB: AS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE NA IGREJA DO BRASIL

Continue Lendo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Prof. Marcos Lima

Criada nova plataforma de comunicação para bispos da América Latina e Caribe.



Com o objetivo de favorecer a comunicação online e a interação entre os bispos, o canal digital Episcopo.net é uma iniciativa inovadora, que vem para atender as atividades do Conselho Episcopal Latino Americano (Celam).
A plataforma oferece salas virtuais de videoconferências para 22 conexões simultâneas, auditório virtual para até 500 participantes, conta de e-mail com certificado de segurança e criptografia, portal integrado, além de cursos, relatórios e redes, que pretendem dinamizar a comunicação digital na Igreja da América Latina e Caribe.  O lançamento da Episcopo.net ocorreu no Brasil durante o Curso de Comunicação para bispos da CNBB, realizado de 4 a 8 de novembro, em Jaboatão dos Guararapes (PE).
De acordo com a secretária executiva do Departamento de Comunicação do Celam, Susana Nuin Nuñes, a Episcopo.net nasce para atender as necessidades de comunicação das Conferências. “A plataforma foi projetada e implementada pela Rede Informática da Igreja na América Latina (RIIAL), por meio do Centro de Guadalupe, com o propósito de desenvolver diferentes programas de comunicação e afetiva comunhão entre os bispos”, disse.  O projeto é apoiado pelo Celam e Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais (PCCS).
O coordenador da RIIAL no Brasil, padre Clovis Andrade destaca que a plataforma oferece um serviço confiável e com certificado de segurança, o que garante aos usuários tranquilidade na troca de conteúdo online. “Para utilizar a plataforma não é necessário ter um equipamento próprio de videoconferência, basta um computador com webcam. Os bispos poderão usar o site para interagir com sua diocese, gerando uma comunhão com os fiéis”, explica.
Para ser um usuário da plataforma é necessário possuir vínculo com uma Conferência Episcopal, diocese, discatérios ou Celam. A utilização dos serviços é realizada por meio de assinatura anual de pacotes de videoconferências. A plataforma pode ser acessada através do endereço:www.episcopo.net.

Informações com o coordenador da RIIAL no Brasil, padre Clovis Andrade, pelo e-mail:c.andrade@episcopo.net.
Continue Lendo

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Prof. Marcos Lima

CNBB: Reforma Política

CNBB envia carta sobre assinaturas para PL pela Reforma Política

O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, enviou aos bispos da Conferência a proposta de Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma Reforma Política no Brasil, o formulário para a coleta de assinaturas e uma carta da Comissão para Acompanhamento da Reforma Política.

Segundo dom Leonardo, “o passo a ser dado é a coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, a ser levado ao Congresso Nacional”. Para tanto, de acordo com o bispo, a ficha de coleta de assinaturas deve ser multiplicada.

A carta, assinada pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e presidente da Comissão para Acompanhamento da Reforma Política, dom Joaquim Mol, foi aprovada pelo Conselho Permanente da Conferência, durante reunião realizada no último mês de outubro.

“Esta carta cumpre o objetivo de informar sobre os últimos acontecimentos acerca deste assunto e também de convidar a todos os bispos a acompanharem e participarem, em suas dioceses, do movimento que se iniciou recentemente”, disse dom Joaquim Mol.

Leia, na íntegra, a carta enviada aos bispos do Brasil.

Carta sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popoular pela Reforma Política

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, ciente da necessidade de mudanças mais profundas na realidade política do Brasil, criou uma Comissão de Acompanhamento da Reforma Política, presidida por mim. Esta carta, que foi apresentada ao Conselho Permanente da CNBB em 24/10/13, cumpre o objetivo de informar sobre os últimos acontecimentos acerca deste assunto e também de convidar a todos os bispos a acompanharem e participarem, em suas Dioceses, do movimento que se iniciou recentemente.

Seguem os principais pontos.

1. Várias tentativas de Reforma Política foram feitas no Congresso Nacional. Todas foram infrutíferas por uma única razão: os congressistas não têm interesse em reformar o sistema político e eleitoral do nosso país, por se encontrarem em zona de conforto no atual sistema. É verdade, igualmente, que há vários parlamentares empenhados em fazer uma Reforma Política.

2. Algumas entidades organizadas na sociedade civil, percebendo a dificuldade instalada no Congresso Nacional, organizaram debates e formularam propostas de Reforma Política, com o intuito de coletarem assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.

3. Ao percebermos o ambiente político modificado pelas manifestações a partir de junho e ao mesmo tempo as várias propostas de Reforma Política em circulação, mas sem a necessária conjunção de forças, a CNBB convidou um conjunto expressivo de entidades da sociedade civil , para um encontro em sua sede, dia 14/08/2013, com vistas a unificarmos os objetivos e as áreas a serem reformadas. Quinze entidades compareceram e aceitaram a proposta.

4. Nesta primeira reunião foi eleita a coordenação do movimento e foi definida a tarefa da mesma: apresentar uma proposta de Projeto de Lei de Reforma Política para o Brasil, abrangendo cinco áreas escolhidas pelos presidentes das entidades, a saber:

a. afastamento do poder econômico das eleições;

b. adoção do sistema eleitoral do voto dado ao partido e depois a um candidato de uma lista formada democraticamente;

c. alternância de gênero nas listas de candidatos;

d. fortalecimento dos partidos e fidelidade partidária programática;

e. regulamentação dos instrumentos da democracia direta, previstos no Artigo 14 da Constituição: projeto de lei de iniciativa popular, referendo e plebiscito.

Este delicado trabalho exigiu que todos colocassem suas propostas sobre a mesa para sofrerem as alterações de interesse comum às entidades. Todos ofereceram e todos cederam. O Projeto de Lei ficou pronto e posteriormente foi apresentado, aperfeiçoado e aprovado pelo plenário das entidades.

5. Dia 3/9/2013, num ato público realizado na CNBB, com participação de muitas pessoas, foi dado ao conhecimento público a proposta unificada do Projeto de Lei com o nome de "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas", bem como a unificação dos esforços de entidades e pessoas pela necessária e urgente Reforma Política. Naquele dia, 35 entidades assinaram o Projeto de Lei.

6. Esta proposta de Reforma Política foi entregue ao presidente da Câmara Federal, Deputado Henrique Alves, pelas entidades, agora em número de 44, na presença de dezenas de parlamentares apoiadores, dia 10/9/2013.

Cerca de 130 parlamentares subscreveram a proposta. Explicitamos ao presidente da Câmara Federal a necessidade de se colocar a proposta em votação imediatamente para que fosse ao senado e logo sancionada pela Presidente da República, de modo a cumprir o tempo regulamentar e passar a valer já nas próximas eleições.

O referido Deputado reconheceu a importância do ato, a legitimidade da proposta e assumiu, diante de todos, o compromisso de colocá-la em votação. Em ato contínuo, noticiamos aos veículos de comunicação que nos aguardavam na sala de entrada da Câmara Federal. Informo aos senhores que muitos veículos de comunicação não têm interesse na Reforma Política: mesmo acompanhando intensa movimentação naqueles dias, alguns veículos não noticiaram o fato.

7. A Reforma Política não foi colocada em votação. Já imaginávamos esta possibilidade. Por isso a proposta foi elaborada no formato de Projeto de Lei de Iniciativa Popular, acompanhada da folha de assinaturas. Precisamos nos empenhar neste grande trabalho e desencadear uma campanha cívica, unificada, solidária pela efetivação da Reforma Política, assim como aconteceu, vitoriosamente, em vários outros momentos da história recente do Brasil, como as campanhas pelas eleições diretas, ficha limpa, recursos para a saúde.

8. Os principais pontos do Projeto de Lei de Iniciativa Popular são os seguintes:

a. Proibição do financiamento de campanha por empresa. Instauração do financiamento democrático de campanha, constituído do financiamento público e de contribuição de pessoa física limitada a R$ 700,00. O total desta contribuição não poderá ultrapassar o limite de 40% dos recursos públicos recebidos pelo partido, destinados às eleições;

b. Adoção do sistema eleitoral do voto dado em listas pré-ordenadas, democraticamente formadas pelos partidos com a participação dos filiados e não só dos dirigentes, e submetidas a dois turnos de votação, constituindo o sistema denominado “voto transparente”, pelo qual o eleitor inicialmente vota no partido e posteriormente escolhe individualmente um dos nomes da lista;

c. Alternância de gênero nas listas mencionadas no item anterior;

d. Regulamentação dos instrumentos da Democracia Participativa, previstos no art. 14 da Constituição, de modo a permitir sua efetividade, reduzindo-se as exigências para a sua realização, ampliando-se o rol dos órgãos legitimados para iniciativa de sua convocação, aumentando-se a lista de matérias que podem deles ser objeto, assegurando-se financiamento público na sua realização e se estabelecendo regime especial de urgência na tramitação no Congresso;

e. Modificação da legislação para fortalecer os partidos, para democratizar suas instâncias decisórias especialmente na formação das listas pré-ordenadas, para impor programas partidários efetivos e vinculantes, para assegurar a fidelidade partidária, para considerar o mandato como pertencente ao partido e não ao mandatário;

f. Criação de instrumentos eficazes voltados aos segmentos sub-representados da população, como os afrodescendentes e indígenas, com o objetivo de estimular sua maior participação nas instâncias políticas e partidárias;

g. Previsão de instrumentos eficazes para assegurar o amplo acesso aos meios de comunicação e impedir que propaganda eleitoral ilícita, direta ou indireta, interfira no equilíbrio do pleito, bem como garantias do pleno direito de resposta e acesso às redes sociais.

Estamos cientes da complexidade desta matéria, mas também convictos de que a Reforma Política é uma das principais iniciativas da população brasileira neste momento,

considerando os baixos índices de credibilidade dos poderes legislativo, judiciário e executivo, dos partidos políticos;

considerando que a inclusão social em curso aprimora a consciência cívica, o desejo de participação e a cobrança de direitos;

considerando que povo brasileiro, especialmente a juventude, reage fortemente contra os escândalos de corrupção e exigem punição efetiva para os culpados;

considerando as distorções do sistema político e eleitoral que alargam o fosso entre a Nação e o Estado, os representados e os representantes, a sociedade e o governo;

considerando que a atual conjuntura impõe que se proceda com urgência a uma profunda Reforma em nosso sistema político e eleitoral.

Por isso, apresentamos a "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas" como o melhor caminho possível neste momento para esta transformação e conclamamos a todos os brasileiros em suas cidades, mas especialmente, por esta carta, a todos os bispos e suas dioceses a participarem desta Campanha pelo aperfeiçoamento da Democracia.
Este assunto já foi tratado em reuniões do CONSEP e do CONSELHO PERMANENTE da CNBB e será aprofundado a cada passo neste caminho.
Renovo-lhe meus sentimentos de respeito e fraternidade, em Cristo Jesus.

Cordialmente,

Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães
Bispo Auxiliar de Belo Horizonte
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação
Presidente da Comissão de Acompanhamento da Reforma Política
Continue Lendo

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Prof. Marcos Lima

Novo bispo em Crateús (CE).

CNBB saúda novo bispo de Crateús (CE)



Com a notícia da nomeação de monsenhor Ailton Menegussi para a diocese de Crateús (CE), a CNBB divulga nesta quarta-feira, 6, mensagem de saudação ao novo bispo. O texto, assinado pelo secretário geral da Conferência, Dom Leonardo Steiner, acolhe o novo membro da entidade e deseja que "Nossa Senhora Aparecida o conduza em seu ministério episcopal, concedendo-lhe paz e perseverança na caminhada".
A seguir, a íntegra da mensagem.

Saudação ao novo bispo de Crateús (CE)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolhe, com alegria, a nomeação do Mons.  Ailton Menegussi como bispo da vacante diocese de Crateús (CE). O Papa Francisco o nomeou na manhã desta quarta-feira, 06 de novembro.

Mons. Ailton é capixaba de Nova Venécia, 51 anos e atualmente pároco da Paróquia São Francisco, no Espírito Santo. Recebeu a ordenação presbiteral em 1998, e exerceu o ministério em diversas paróquias como pároco e vigário episcopal. Também foi reitor do seminário maior de filosofia e teologia da diocese de São Mateus.

Atuou como coordenador diocesano do Serviço de Animação Vocacional (2007-2012), membro do Conselho de Presbíteros (2004-2012). Desde 2006, colabora com a produção da Folha de Culto Diocesano “Celebrando a Vida”. É especialista em Psicopedagogia pela Escola de Formadores de Santa Catarina.

Lembrando as Diretrizes Pastorais, a espiritualidade do bispo tem a sua fonte em Cristo e a sua expressão mais íntima na oração do bispo. Quanto mais for homem de Deus, tanto mais será pai e pastor do seu rebanho. “O encontro com Jesus Cristo é acolhimento da graça do Pai que, pela força do Espírito, revela o Salvador e atua, no coração de cada pessoa, possibilitando-lhe esta resposta” (DGAE 7).

Recordamos, também, as palavras de Aparecida que estimula os pastores da Igreja a darem testemunho do amor e da misericórdia de Deus ao povo. “Sejam minhas testemunhas até os extremos da terra (At 1,18) (DA 236).

Saudamos o Mons. Ailton Menegussi e desejamos a ele e ao povo das comunidades de Crateús um tempo de graça. Nos alegramos com essa Igreja Particular que recebe um novo Pastor. Nossa Senhora Aparecida o conduza em seu ministério episcopal, concedendo-lhe paz e perseverança na caminhada.


+ Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Continue Lendo

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Prof. Marcos Lima

Dom Tomás Balduíno: internado em estado grave

Dom Tomás Balduíno: internado em estado grave

dombalduinoO bispo de Goiás (GO), dom Eugênio Rixen, informou hoje, 5, que o bispo emérito de Goiás, dom Tomás Balduíno, encontra-se internado em estado grave na UTI do Hospital Doutor Domingos, em Ceres (GO). 
"Estamos acompanhando diariamente qualquer alteração deste quadro e contamos com suas orações para o pronto restabelecimento do nosso amigo e profeta”, disse dom Eugênio.
O trajeto episcopal de dom Tomás é marcado por uma atuação de luta pela cidadania e direitos humanos. Em 2006, recebeu o Prêmio de Direitos do Homem Dr. João Madeira Cardoso. No mesmo ano, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Católica de Goiás por sua luta pela cidadania e direitos humanos. 
Vida e missão
Natural de Goiás, dom Tomás estudou filosofia no seminário dos dominicanos em São Paulo. Ordenou-se presbítero em 1948. Cursou Teologia em Saint Maximin, na França, onde concluiu o mestrado em 1950. É pós-graduado em Antropologia e Lingüística pela Universidade de Brasília em 1965. Em 1966 foi eleito prelado coadjutor da Prelazia de Santissima Conceição do Araguaia, hoje diocese de Marabá. Foi ordenado bispo da diocese de Goiás em 26 de novembro 1967.  Em 2008, recebeu o prêmio Reflections of Hope, da Oklahoma City National Memorial Foudation, como exemplo de esperança na solução das causas que levam tantas pessoas do mundo à situação de miséria.
Continue Lendo
Prof. Marcos Lima

CNBB avalia Diretrizes da Ação Evangelizadora

CNBB avalia Diretrizes da Ação Evangelizadora


“É nossa tarefa estar a serviço dos regionais”, disse o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na abertura do encontro com os secretários executivos dos regionais, que teve início nesta terça-feira, 5, e prossegue até amanhã, dia 6, na sede da Conferência, em Brasília. O encontro tem a finalidade de avaliar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil e refletir sobre a formação das coordenações diocesanas de pastoral.

Na ocasião, dom Leonardo disse que a CNBB tem refletido cada vez mais sobre a importância dos regionais e lembrou as palavras do papa Francisco no discurso proferido ao episcopado brasileiro, em julho deste ano. Segundo o papa, é preciso que haja uma “rede de ‘testemunhos’ regionais” que fale a mesma linguagem e “assegure em todos os lugares, não a unanimidade, mas a verdadeira unidade na riqueza da diversidade”.

DGAE

Hoje, pela manhã, os secretários executivos dos regionais estão reunidos com dom Leonardo Steiner e os assessores da CNBB para avaliar as DGAE. Os secretários partilham entre si como as diretrizes foram recepcionadas pelos regionais e dioceses e que influências têm exercido no planejamento pastoral. Além disso, avaliam, a partir das DGAE, os instrumentos ou encaminhamentos oferecidos à Igreja no Brasil.

GA

O encontro com os secretários executivos regionais ocorre um dia após a reunião do Grupo de Assessores da CNBB (GA), realizado ontem, dia 04. Durante este encontro, os assessores fizeram avaliação das atividades realizadas em 2013, discutiram o calendário do próximo ano, trataram da 52 Assembleia Geral da CNBB, que acontecerá em maio de 2014, entre outros assuntos.

Continue Lendo